Memórias Póstumas de Brás Cubas – Patryk da Silva Rosa

24/06/2013 19:48

 

Aluno: Patryk Marques da Silva Rosa

Livro: Memórias Póstumas de Brás Cubas

Autor: Machado de Assis

Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1994.

Série/Turma: 8ª série/EF82

Prof.: Cláudia Leal Keller Borges

Disciplina: Língua Portuguesa

Objetivo:Contar a história de Brás Cubas por meio de um poema.

 

                                                                              

  Ilustração da mineira Marilda Castanha.

 

Poema

 

"Memórias" têm como narrador

O próprio defunto-autor

Ele conta a história com liberdade

Livre e descompromissado com a sociedade.

 

A história foi narrada por Brás Cubas

Que morreu de pneumonia,

Tentando compor um medicamento

Para curar sua melancolia.

 

Brás era uma criança normal,

Mas não deixava de ser atentado,

Fazia várias travessuras,

E era chamado de menino-diabo.

 

Dava nó até no vento,

Não deixava nada escapar

Foi ele que descobriu

A “moita” que fazia a empregada/escrava gritar.

 

Na sua adolescência

Conheceu uma prostituta,

Que roubou seu coração

Seu pai malvado o levou para bem longe daquele sertão.

 

Brás foi estudar na Europa

Em uma universidade

E ao receber seu diploma

Sentiu a liberdade e a responsabilidade.

 

Ao passear por Veneza,

Recebeu uma carta urgente,

Do seu pai que dizia

Venha logo para cá, sua mãe estava muito doente.

 

E então Brás conhece a Eugênia

Um fruto de trás da moita

Mesmo sabendo disso

Apaixonou-se pela moça,

 

 

Voltando a passear em Veneza

Recebe a notícia “incandescente”,

Com Brás ajoelhado na cama,

Sua mãe morre na sua frente.

 

Após a morte da sua mãe,

Isolou-se por 7 dias

Não queria falar com ninguém

Nem mesmo com a família.

 

Seu pai logo deu um jeito

Com a notícia investir,

Arrumou um casamento

E um cargo de deputado.

 

Casaria com Virgília,

Um amor inesperado,

Pois antes de conhecê-la

Já tinha se apaixonado.

 

Ao estar com Virgília,

Chega à criatura Lobo Neves

Arrebentando Brás Cubas

Que perdeu seu cargo e sua mulher.

 

O pai de Brás ficou muito agoniado,

Virgília foi embora

Virou Marquesa,

E quando voltou

Brás se alucinou com sua beleza.

 

Brás então se entravou com Virgília,

Que voltaram a se encontrar

Em uma casa

Onde chifravam Lobo Neves lá.

 

Até no dia que Virgília

Sentiu-se angustiada

E pediu Brás para se afastar dela,

Ele então ficou desapontado com ela.

 

E no desapontar da vida,

Viu um velho amigo do colégio

Quincas Borba que virara mendigo

Conversaram e Brás ficara sem seu relógio.

 

Passara alguns meses,

Quincas ficara rico

Mandou-lhe uma carta

Devolvendo o que tinha roubado

E agradecendo-o por não tê-lo denunciado.

 

 

Passaram-se  alguns dias

A escrava da família morreu

Eugênia se esmoreceu

E de Brás Cubas se escondeu

Nessa história ela desapareceu.

 

Depois  de tanta gente morta

Não parou por aí

Morreu Lobo Neves

E Virgilia coitada: lamenta a morte, e não para por aí.

 

Pouco tempo depois

Seu amigo Quincas Borba

Veio a falecer

Jurando e repetindo que

A dor era uma ilusão

Oh! Quincas Borba

Deixou-me na solidão.

 

Entre a morte de Quincas Borba

Uma doença Brás Cubas apanhou

Morreu entre um emplasto

E sem o seu amor.

Não foi ministro

Não foi califa

Nem também deputado

Não teve filho

E um livro foi criado

“Memórias Póstumas de Brás Cubas”

Oh! Livro arretado!

 

Patryk Marques da Silva Rosa