James e as suas aventuras com os insetos gigantes e O Príncipe e o Mendigo– Amanda Serafim

24/06/2013 19:30

 

Aluna: Amanda Carla Lopes Serafim

Série: 8ª série 1/ 9° ano 1                     Turma: EF81

 

1-Poema sobre o livro: James e o Pêssego Gigante

 

Título: James e as suas aventuras com os insetos gigantes

 

James era feliz

Até que um dia, a vida lhe fez chorar

Porque seus pais vieram a falecer,

Depois de um acidente que haviam sofrido.

 

Após isso,

James foi morar com as tias

Que eram chatas e rabugentas.

A mais magra chamava tia Espiga;

E a mais gorda tia Esponja.

 

James não gostava de morar com as tias;

Pois elas não o deixavam brincar

E nem fazer outra coisa ao não ser trabalhar.

 

Até que certo dia,

O menino andando pelo quintal inclinado da casa das tias,

Encontrou com um homem

E este lhe deu um saquinho que continha pozinhos mágicos

E lhe disse:

“Esses pozinhos podem mudar tua vida, mas tome cuidado”.

James se alegrou.

 

Ao voltar para casa para "comer" o pozinho

Deixou o saquinho cair no chão;

Nas raízes de um Pessegueiro,

Que não dava Pêssegos.

 

No outro dia, suas tias levaram um susto,

O pessegueiro,

Após anos havia dado um pêssego

Que era enorme

 

James se assustou ao ver aquilo

E também estranhou,

Mas após pensar um pouquinho

O mistério desvendou:

O pozinho que havia deixado cair nas raízes do Pessegueiro

Havia feito com que desse um pêssego

Que por sua vez era gigante.

 

O menino preocupou-se também

Pois se houvesse insetos perto da raiz

Eles também ficariam gigantes

 

Após um tempo,

Suas tias ganhando muito dinheiro com o pêssego gigante,

James encontrou um buraco na fruta

E resolveu entrar nele para ver o que era.

 

Ao chegar no caroço do pêssego gigante

Avistou uma porta,

E ao entrar avistou seres estranhamente gigantes

Como uma joaninha,

Uma minhoca, uma centopeia (que tinha 42 perninhas),

Um bicho de seda, uma aranha,

E o mais sábio dali,

Um velho gafanhoto verde.

 

Assustado e horrorizado com o que via;

Os insetos lhe explicaram o que havia acontecido

Um grão do pozinho, haviam comido

E com isso, haviam crescido.

 

James e eles elaboraram um plano de soltar o pêssego do talo

E saírem rolando

Pois todos ali,

Estavam cansados da casa das tias.

 

No outro dia,

A centopeia cortou o talo do pêssego,

E todos saíram rolando pelo quintal inclinado da tia Espiga e Esponja;

E ao rolar a fruta, esmagou as duas tias que haviam se enfiado em frente à fruta.

 

Logo após esse acontecimento,

A fruta rolou, rolou, rolou e rolou

Até chegar no Oceano;

E James, juntamente com a Dona Aranha e o bicho de Seda

Fizeram cordas

E fizeram o Sr. Minhoco de isca

Para assim,

James conseguir jogar a corda nos pescoços das gaivotas,

Até que completasse 512 gaivotas, para fazer com que o Pêssego flutuasse

E deixasse aquele Oceano

Com águas perigosas,

Que estava cheio de tubarões, dando dentadas na fruta.

 

Depois de um tempo,

Chegaram do outro lado da Inglaterra

Nos Estados Unidos

 

James e os insetos antes de chegarem lá

Viveram grandes aventuras,

Que se eu contar tudo

Vai demorar muito

 

Mas, James e os insetos, juntamente com o pêssego ( ou será somente o caroço que sobrou dele?)

Ficaram famosos,

E o caroço do que sobrara da fruta         

Ficou exposto como relíquia

Onde nele, morava um menino

Muito alegre e interativo

James!!!!

 

Considerações: É um livro muito bom.  E apesar de ser uma história infantil, ele faz com que viajemos pelo livro através da  nossa imaginação. No poema acima, não falei toda a história do livro por desejar que as pessoas fiquem curiosas, e ,com isso, queiram ler o livro para saber  história completa. Aconselho a todos a leitura do livro: James e o Pêssego Gigante.

 

2- Poema referente ao livro: O príncipe e o Mendigo

 

Título: As aventuras de Edward e Tom

 

Tom era um menino pobre;

De uma família que vivia na miséria;

Usava roupas rasgadas;

E calçados remendados.

Morava com a mãe, as irmãs, o pai e a avó;

A avó e o pai não sabiam fazer outra coisa ao não ficar na bebedeira.

 

Edward era um príncipe;

Morava em um palácio grandioso;

Com a família luxuosa

E os mordomos.

 

Tom não podia estudar,

Porque seu pai o colocava a trabalhar,

Mas o Padre havia de lhe ajudar,

E no intervalo que o menino tinha

Corria para ler

Os livros que o Padre lhe oferecia

Para aprender.

 

Os livros que o Padre lhe oferecia

Era sobre o palácio do rei

E Tom vivia imaginando

Como seria se vivesse lá,

Com tanta riqueza, sem saber administrar,

E com seus amigos de rua,

Não lhes custava nada poder imaginar.

 

Tom aprendera a falar como um príncipe,

A partir dos livros que leu,

Até que certo dia,

Em plena euforia,

No palácio conseguiu entrar,

Porque ele viu o príncipe

E com ele queria falar,

Mas os guardas não o deixaram entrar,

Com chutes e pontapés despejado foi;

Até que Edward viu a cena,

E chocado ficou,

Ordenou aos guardas que deixasse o pobre menino entrar,

E ao fazer isso, levou Tom para degustar,

De várias comidas, que nem se quer sabia que existira.

 

Ao terminar de comer,

Edward, muito curioso

Perguntas começou a fazer,

E obtendo respostas que lhe chamou atenção;

Como por exemplo,

Brincar na lama descalço;

Sair correndo sem rumo;

E o melhor de todos;

Brincar com várias crianças na areia.

Isso fez com que o principezinho tivesse a seguinte argumentação;

Já que era parecido com Tom

Ambos trocariam de roupa;

E viveriam meia hora da vida um do outro,

Antes que alguém da realeza percebesse.

 

Tom animado,

Concordou, pois já era seu sonho

Viver em um palácio

Nem que fosse por alguns segundos,

Viver um pouco da riqueza,

Sair um pouco da pobreza.

 

Combinados então,

O príncipe vestiu a roupa de Tom;

E Tom as roupas dele;

E Edward então saiu com o coração disparado.

 

O pequeno menino

Da realeza,

Andou, andou, andou,

Com o objetivo de chegar no vilarejo que Tom morava,

Para brincar descalço na lama

E se lambuzar,

Viu o que não queria;

E à medida que ia andando,

As casas bonitas iam sumindo,

E casas amontoadas iam surgindo;

E a pobreza total ia aparecendo.

 

O pai de Tom havia matado o Padre,

Pois Edward havia defendido,

Achando que era Tom, que fora sempre um bom menino,

Procurado pelo povo e polícia,

O pai de Tom fugiu,

Levou a família toda,

Inclusive o príncipe, achando que era Tom.

 

As pessoas achavam que o príncipe Edward estava enlouquecendo,

Pois dizia não ser o herdeiro do trono,

Dizia ser um mendigo,

Dizia ser Tom.

 

A família de Tom,

Achava que ele enlouquecera,

Porque Tom se negava a ser,

E afirmava ser um nobre,

Ser um príncipe,

Afirmava Edward ser.

 

Tristonho querendo voltar para o palácio,

E desejando que alguém confiasse em sua palavra,

Apareceu em certo dia

Um homem bondoso

E com toda alegria

Para defender o garoto.

 

O pai de Tom,

Iria bater em Edward,

Pois achava que era seu filho,

E que trabalhar ele não queria,

Mas quando iria lhe dar uns tapas,

Miles apareceu

No meio da multidão

E o menino protegeu,

Deu-lhe abrigo e proteção,

E comida de montão.

 

Edward, como todo mundo achava que era Tom

Passou grandes aventuras,

Ciladas e encrencas,

Mas junto com seu amigo Miles

Escaparam vivos dos bandidos

E do pai de Tom.

 

O rei morreu,

O trono foi para Edward,

Mas na verdade era Tom que estava lá,

Pois no dia da Coroação

Recebeu uma surpresa,

Edward apareceu

E provou que era o príncipe,

E Tom aliviado

Confirmou a história;

Desculpas foram pedidas por chamá-lo de louco.

 

Após isso a Coroação aconteceu,

Com o verdadeiro príncipe

Tudo de bom ocorreu,

Prometeu dar proteção para Tom

E para Miles,

E também afirmou cuidar da mãe e irmãs do pobre menino,

Tom, como ficou sendo o ‘príncipe’ por um período,

Recompensa recebeu;

E o reinado da Inglaterra

Que era violento

A paz reinou,

Pois Edward muito bondoso,

Atendeu as demandas da população,

Com isso, a época de seu reinado

Ficou conhecido como

Reinado da Paz.

 

E se alguém lhe perguntava,

Porque Edward fazia as leis muito suaves,

Ele afirmava:

O que você entende sobre isso?

Eu e meu povo é que sabemos.

Você, não!

 

É um livro muito bom, que faz com que viajemos no livro, e apresenta uma história muito forte e bonita, marcada por aventuras e bondades.  Recomendo o livro: O príncipe e o Mendigo para  todos!

Amanda Carla Lopes Serafim